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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Revelados os indicados ao 16° Grande Prêmio do Cinema Brasileiro



Acaba de sair a lista dos indicados à 16ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, considerada a mais importante premiação do cinema nacional, porque é realizada pela Academia Brasileira de Cinema. Esta entidade corresponde ao Oscar porque é formada pelas diversas entidades de classe que reúnem as associações de técnicos de cinema no brasil, como fotógrafos, cinegrafistas, músicos, roteiristas, diretores etc. 



Cinco filmes estão na disputa do tão almejado prêmio de Melhor longa-metragem de ficção: “Aquarius”, “Boi Neon”, “Elis”, “Mãe Só Há Uma” e “Nise - O Coração da Loucura”. O longa-metragem “Elis”, de Hugo Prata, encabeça a lista comm12 indicações seguido de “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho com 11 e Boi Neon, de Gabriel Mascaro com 10. Ao todo, 35 longas e 18 curtas-metragens concorrem em 24 categorias. A cerimônia de premiação, que acontece no dia 5 de setembro (terça-feira), a partir das 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Sônia Braga e elenco de "Aquarius" no set de filmagem
Concorrem à estatueta de Melhor direção Afonso Poyart, por “Mais Forte Que o Mundo - A História de José Aldo”, Anna Muylaert, por “Mãe Só Há Uma”, David Schurmann, por “Pequeno Segredo”, Gabriel Mascaro, por “Boi Neon” e Kleber Mendonça Filho, por “Aquarius”.

O prêmio de Melhor atriz é disputado por Adriana Esteves (como Dilza por “Mundo Cão”), Andréia Horta (como Elis por “Elis”), Gloria Pires (como Nise da Silveira por “Nise - o Coração da Loucura”), Julia Lemmertz (como Heloisa por “Pequeno Segredo”), Sonia Braga (como Clara por “Aquarius”) e Sophie Charlotte (como Severina por “Reza a Lenda”).

Já na categoria Melhor ator estão no páreo Caio Blat (como Felipe por “BR716”), Cauã Reymond (como Ara por “Reza a lenda”), Chico Diaz (como Gomez por “Em nome da lei”), Domingos Montagner (como Corvo por “Um namorado para minha mulher”), Juliano Cazarré (como Iremar por “Boi Neon”) e Lázaro Ramos (como Paulinho por “Mundo cão”).


Andréia Horta em "Elis": longa é o recordista de indicações (12).
 

O voto popular abre no dia 01 de agosto, por meio do qual o público vai poder eleger seus preferidos através do site www.academiabrasileiradecinema.com.br nas categorias “Melhor longa-metragem ficção”, “Melhor longa-metragem documentário” e “Melhor longa-metragem estrangeiro”. Os filmes serão exibidos a partir do dia  10 de agosto em salas de cinema de seis cidades, em diferentes regiões do país: Será uma ótima oportunidade para quem não conseguiu assistir ou quiser rever as produções. A votação popular vai até o dia da cerimônia.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Apostando no docudrama, "Real" conta a história do plano econômico de 1994


O time econômico de Itamar Franco na encenação do filme

O público do Cinema Falado provavelmente não sabe, mas eu me afastei da crítica de cinema e da TV Cultura, entre 1995 e 2003, quando trabalhei no Ministério da Cultura, durante a gestão de FHC. Para apoiar meus professores e colegas, como Francisco Weffort, José Alvaro Moises e Otaviano De Fiore, interrompi uma atividade à qual me dedico há exatos 44 anos - de modo que acompanhei de perto o que se chamou de “retomada do cinema brasileiro”, bem como a implantação da Lei do Áudio Visual e do Plano Real. Para evitar que confundissem a minha opinião como propaganda, deixei para comentar o filme "Real - O Plano Por Trás da História" agora que ele já saiu de cartaz.
O filme dirigido por Rodrigo Bittencourt e produzido por Marco Audrá, que luta para dar continuidade a empresa que foi criada nos anos de 1950 pelo seu pai, Mario Audrá. Marinho, como era chamado por todos, foi talvez um dos empresários da história do cinema nacional que mais apaixonadamente se dedicou a ele. Um produtor que entregou sua saúde, sua existência e sua alma à Cinematográfica Maristela – cujos filmes, aliás, foram todos exibidos aqui na TV Cultura, como "Arara Vermelha", "Mãos Sangrentas" e "Leonora dos Sete Mares".

Não se trata de um documentário, nem de uma obra de ficção hollywoodiana, como o cinema americano costuma fazer, digamos, à granel. É na verdade uma mistura dos dois, se encaixando numa espécie de híbrido entre essas duas modalidades. Um gênero híbrido que o monumental cineasta inglês Peter Watkins chamaria de docudrama – que ele definiu como “o tratamento dramático dos dados e das informações”. Ele fez docudramas essenciais como "War Games" em 1965, "A Comuna de Paris", em 2000, e "Eward Munch", em 1973. Detalhe é que Peter Watkins está agora com 82 anos, mora na Lituania e mantem um site pessoal na internet.

O diretor Rodrigo Bittencourt (esq,) e o ator Emílio Orciollo Neto (Gustavo Franco, dir.)
Curiosamente, a ideia do docudrama surgiu quase ao mesmo tempo, na Inglaterra e na Itália, no momento em que televisão europeia começava a se estruturar, em busca de uma linguagem própria. Enquanto o inglês Peter Watkins trabalhava adaptando fatos históricos e jornalístico para a ficção televisiva, Roberto Rosselini fazia o mesmo em seu país. Entre 1966 e 1974 ele passou para a telinha as biografias de mais de 10 personagens históricos, entre os quais Luis XIV, Santo Agostinho, Descartes, Os Médici Blaise Pascal e Sócrates  

Os docudramas não são narrativas dotadas de recursos dramáticos típicos do cinema comercial, mas se preocupam com a fidelidade aos acontecimento. Elaboravam o que poderia ser visto como uma história factual, ou seja, econômica, em termos de análises e interpretações – mesmo que recorram a um protagonista para amarrar os episódios do roteiro. Isto é e um “modus operandi” muito semelhante ao que fizeram Rodrigo Bittencourt e sua equipe em “Real – o Plano por trás da História".

domingo, 9 de julho de 2017

"Ao Cair da Noite", filme de Joel Edgerton, é um bem realizado filme de terror



Filme faz jus ao título e usa muito da escuridão noturna

"Ao Cair da Noite" é um filme que, desde o título, sugere o gênero ao qual pertence – ou que pretende pertencer. O mesmo acontece com o título original: It Comes by Night – ou seja, Eles chegam à noite. Ambos significam quase a mesma coisa e se referem à ideia básica do horror que é acontecer no período da noite. 
A designação dos dois títulos coincide com esse horário – assim como a maioria dos pesadelos e dos crimes. É interessante notar que esses títulos têm a ver com referencias a todos os clássicos, do cinema e da literatura – em que apenas o nome da obra já causava arrepio, como "O Que Sussurrava nas Trevas", de Howard Phillips Lovecraft. Ao simplesmente ouvi-los, almas infantis de todas as idades já se dispõem a sentir medo.


Joel Edgerton tem o papel protagonista do filme

Por isso o diretor e roteirista do filme Trey Edward Shults coloca em cena duas crianças, uma de 5 e outra de 17 anos. Elas não se acham num passeio, ou colônia de férias, mas moram no coração de uma selva, desprovida de luz elétrica e – o que é o pior – numa casa grande e velha, dotada inclusive de sótãos que irradiam as mais secretas conversas e de portas vedadas à passagem de todos. Essa localização já garante meio caminho andado para o despertar do drama. Mas, o diretor tem talento suficiente para tirar leite de pedra --tal como diriam profissionais do crime, tipo Agatha Christie, se estivesse sem o habitual apoio de dezenas de personagens, cada um com a sua psicologia individual. Ou se os filhos do "Capitão Fantástico" não tivessem conhecimento dos motivos pelos quais se escondiam no meio do mato. 


O elenco comandado por Joel Edgerton se esforça para obter o máximo de efeito com um mínimo de recursos. E conseguem, porque no filme todos estão literalmente morrendo de medo por causa de uma ameaça que eles não sabem claramente o que seja. Em outras palavras, a produção se limita a apagar as luzes e decide economizar na cenografia e nos figurinos, porque basta uma máscara contra gazes para sugerir uma situação de horror - desde que as lentes e a câmara sejam de primeira qualidade, como devem ser aquelas providenciadas por Joel Edgerton, aqui acumulando a função de produtor. Mas não se assustem porque, mesmo sem um final que possa ser considerado conclusivo, "Ao cair da noite" é um bom filme de horror.

domingo, 2 de julho de 2017

Os filmes lançados no circuito comercial de SP na semana iniciada em 29 07 2016


Cena do filme "Terra Vermelha"
Novamente as estreias da semana abrem caminho para o cinema argentino. Desta vez por meio de uma coprodução com a Bélgica e o Brasil, num drama que apresenta uma problemática ecológica, mas que serve como pano de fundo para um incandescente caso de amor. Trata-se de “Terra Vermelha”. 
O diretor é o argentino Diego Martinez Vignatti, cinegrafista que fez vários trabalhos para o prestigiado mexicano Carlos Reygadas. A trama é centralizada na presença de um técnico belga que trabalha para um agronegócio multinacional, no qual ele é responsável por derrubar árvores numa selva natural, para plantar pinheiros a serviço de uma fábrica de papel. Ao conhecer uma professora, que defende a população local, atingida pelo uso de agrotóxicos, ele se apaixona e tudo muda em sua vida.
Quase uma novidade em nosso mercado de cinema, é lançada a produção gaúcha “Mar Inquieto” com direção, elenco e temática pouco conhecidos entre nós. Fernando Mantelli escreve e dirige essa história protagonizada por Rita Guedes: atriz que também produz o filme. É a história de uma moça que se esconde com o marido drogado numa praia deserta, mas é perseguida pelos traficantes que cobram o dinheiro que o casal lhes deve. 

Produção brasileira “puro sangue”, é o espesso e emocionalmente carregado “Introdução à música do sangue” – obra dramática do cineasta bissexto Luiz Carlos Lacerda, o popular “Bigode”. Ele que em 1987 fez uma cinebiografia de Leila Diniz e, dez anos mais tarde, apresentou “For all, o trampolim da Vitoria”— essa, uma obra histórica sobre a presença norte americana numa base militar instalada no Rio Grande do Norte
O elenco traz as atuações marcantes de Ney Latorraca e Bete Mendes, dando vida a um romance de Lucio Cardoso – escritor cultuado por líderes do cinema novo, como Ruy Santos e Paulo Cesar Saraceni. O enredo focaliza uma família do interior arcaico do Brasil que presencia a instalação da energia elétrica no lugarejo onde vivem, ou melhor, onde vegetam. 
Bom, para elevar o nosso astral quilômetros acima, temos o documentário nacional “Danado de bom", de Deby Brennand. É sobre a vida, a obra e a trajetória musical de João Leocádio da Silva, que compôs mais de 3 mil músicas, cantadas por quase toda a população de artistas nordestinos, de Luis Gonzaga a Dominguinhos, passando por Elba Ramalho e Gilberto Gil 

No 12° CineOP, um dos pontos altos foi a exibição da comédia "Um Caso de Polícia"


Carla Crivelli, diretora de "Um Caso de Polícia"
Por incrível que isso possa parecer, um dos pontos elevados da 12ª CineOP, em Ouro Preto, foi a exibição da comédia “Um caso de Polícia”, um dos primeiros trabalhos da inesquecível Glauce Rocha. Ela faleceu aos 41 anos em 1971, depois de trabalhar em 35 filmes, entre eles “Terra em Transe” de Glauber Rocha. O filme foi dirigido por Carla Civelli, irmã do célebre cineasta italiano Mario Civelli que, entre outros cargos por ele exercidos no Brasil, foi o de diretor da Maristela – uma das mais importantes produtoras dos anos de 1950 e concorrente da Vera Cruz. Hoje em dia pouca gente sabe que Carla era diretora e produtora de filmes, além de cenógrafa e montadora. 
O filme “Um caso de Polícia” permaneceu muitos anos trancado num armário, até ser resgatado e em seguida restaurado, num complexo processo empreendido pela família, em especial por sua sobrinha, a produtora Patricia Civelli. Um trabalho minucioso de filigrana, que envolveu diversas instituições dedicadas à preservação do patrimônio áudio visual. A etapa final dessa odisseia tecnológica e amorosa, mostra que o esforço valeu a pena porque “Um caso de Polícia” é, na verdade, uma surpresa mais do que agradável: é simplesmente sensacional. Exibida no Cine Vila Rica, em Ouro Preto, a obra foi aplaudida efusivamente pelo público, após ter sido brindada com uma série de inúmeras e sinceras gargalhadas. 

Trata-se de um falso drama de suspense, porque gira em torno de uma moça que acredita ter descoberto uma trama assassina – num roteiro que causaria inveja tanto a Alfred Hitchcock quanto a Ernst Lubitch. Os cuidados técnicos do restauro dão a impressão de a obra ter sido filmada ontem, tal a nitidez e o brilho da imagem. No entanto, o que mais impressiona é a fluência da história, a competência e a vivacidade do elenco e, principalmente, a atualidade do humor que marca o argumento escrito por ninguém menos que Dias Gomes – naquele tempo e que ele se dedicava ao teatro e, portanto, na época da filmagem, possivelmente já sonhava com o enredo da peça “O Pagador de Promessas”, que três anos mais tarde foi passada para o cinema pelo produtor Oswaldo Massaini, com a qual conquistou a Palma de Ouro em Cannes.

sábado, 24 de junho de 2017

Em mais uma edição o CineOP mostra seu amor pela a história do cinema nacional


Evento durante o festival de Ouro Preto

O CineOP é um evento “sui generis”, porque combina o clima alegre de um festival competitivo com a concentração intelectual de um congresso de pesquisadores. No discreto, mas espaçoso Cine Vila Rica, a noite de estreia da 12ª edição do CineOP foi aquecida pela pré-estreia mundial do longa “Desarquivando Alice Gonzaga”, dirigido por Betse de Paula.

O título do filme, aliás, é uma brincadeira dessa cineasta - filha do diretor Zelito Viana e sobrinha de Chico Anísio. “Desarquivando Alice Gonzaga” tem a ver com pesquisa de filmes e com o lendário país das maravilhas. Quando menina, esta Alice desvendou mundo do cinema pelas mãos do pai Adhemar Gonzaga – um dos pioneiros da produção industrial do cinema no Brasil. Ele foi um dos fundadores da Cinédia – empresa que legou à história obras como “Bonequinha de Seda”, “Ganga Bruta” e “O Ébrio” – aliás, o maior sucesso de bilheteria do Brasil, entre outros 48 títulos.
Na qualidade de um evento comprometido com a história do cinema no país, todo o ano Ouro Preto costuma homenagear figuras que contribuíram para dar corpo e alma a essa evolução. Na noite de abertura, tivemos homenagens para personalidades com a importância da montadora Cristina Amaral. Ela foi parceira de trabalho de criadores fundamentais – casos, por exemplo, de Carlos Reichenbach, Andrea Tonacci e Carlos Adriano.

Outro homenageado em Ouro Preto foi o colecionador e pesquisador Antônio Leão da Silva Neto – ele que é autor de diversos dicionários indispensáveis para o estudo em profundidade do cinema brasileiro. Homenageou-se também e o projeto “Vídeo nas Aldeias”, de Vincent Carelli, que comemora 30 anos se dedicando a essa bela iniciativa de difusão audiovisual entre os indígenas.

Lembrando as três linhas mestras da CineOP – ou seja, as temáticas de Preservação, História e Educação – neste ano o evento seguirá a prioridade de colocar em evidência os registros e as formas de olhar daqueles grupos que, há muito tempo, tem sido ignorados pelos processos dominantes de preservação e produção. Neste momento em que as discussões sobre democracia e inclusão social vêm ganhando mais espaço, é necessário dar ouvidos ao que se diz na tribuna do 12º Cine Op.... 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Teve início a 12° do CINEOP, o festival de cinema de Ouro Preto



Exibição durante o evento, ao ar livre

Entre os dias 21 e 26 de junho de 2017, se desenvolve a 12ª CINEOP. Este é o nome oficial do Festival de cinema de Ouro Preto, que acontece anualmente naquela Cidade histórica mineira – e de onde o programa cinema falado está transmitindo agora. Aqui haverá uma vasta programação gratuita de filmes em pré-estreias, retrospectivas históricas e mostras temáticas, além de debates e encontros para refletir sobre a produção audiovisual do país, agora tratada como patrimônio nacional.

Neste ano, a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto reafirma o propósito de ser um espaço privilegiado para discussão sobre a indústria brasileira de cinema a partir de seus aspectos históricos e estéticos, bem como as formas pelas quais o passado se manifesta no presente e aponta caminhos para o futuro. 

A cidade Ouro Preto se destaca pelo fato de ser patrimônio da humanidade. No evento, ela será o palco principal da sétima arte e receberá a visita de um amplo contingente de profissionais do audiovisual: pesquisadores, técnicos em preservação, críticos, acadêmicos, jornalistas e representantes de entidades de classe. Junto com o público em geral, o propósito do Cine OP é conhecer, discutir, dialogar e pensar o cinema
como patrimônio de uma nação.

A cidade de Ouro Preto, patrimônio da humanidade


O eixo temático desta edição tem como mote uma pergunta, ou seja, “Quem Conta a História no Cinema Brasileiro?”. A programação é gratuita e vai ocupar o Cine Vila-Rica, a Praça Tiradentes e o Centro de Artes e Convenções da cidade. Neste ano, serão exibidos 76 filmes, sendo 13 longas, 4 médias e 59 curtas-metragens, vindos de 11 estados do Brasil e também de Cuba. 
 
Entre as diversas mostras, estão programadas a Cine-Escola, sobre educação, e o Encontro Nacional de Arquivos e Acervos Audiovisuais Brasileiros, além do IX Fórum da Rede Kino. Estarão reunidos 90 profissionais, ocupando-se de debates e diversas mesas com discussões temáticas. Mais de 400 convidados já confirmaram presença em Ouro Preto.
A coordenadora do evento Raquel Hallack o define dessa forma: “O Cine Op é pioneiro em enfocar o cinema como patrimônio cultural. Ao longo de sua trajetória, ele representa um espaço único e privilegiado para problematizar possibilidades e limites da pesquisa, da difusão e da preservação de conteúdos.” Trata-se de manter em diálogo os principais setores do audiovisual e da educação. Amanhã continuaremos a transmiter direto da Cine Op. Até la...